COMO LIMPAR MEU NOME ???

COMO LIMPAR MEU NOME LEGALMENTE? *

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Como vai? Tudo bem com você?

Espero que tudo esteja às mil maravilhas!!!

ATENÇÃO, ANTES DE CONTINUAR A LEITURA É IMPORTANTE SABER:

SOMOS SÉRIOS E FIRMES NO PROPÓSITO DE REABILITAR O NOME E TEMOS UM ALTO VOLUME DE TRABALHO.

PORTANTO, NÃO TRABALHAMOS GRATUITAMENTE, NÃO DAMOS “OLHADINHA” NO CASO. FAVOR NAO INSISTIR OU RECEBERÁ RESPOSTA CURTA E GROSSA.

Atendimento em nosso escritório preferencialmente para moradores da baixada santista

  1. NÃO EXISTE MÉTODO MILAGROSO E GRATUITO PARA LIMPAR O NOME !!!
  2. NÃO EXISTE LIMPEZA DE NOME SEM PAGAMENTO DAS DÍVIDAS REGULARMENTE INSCRITAS NO SPC E SERASA, OS FAMOSOS “ESQUEMAS” CRIMINOSOS QUE SÓ TRARÃO PESARES E SOFRIMENTOS PARA VOCÊ, NA MAIORIA DOS CASOS VOCÊ GANHARÁ UM PROCESSO CRIMINAL.

    3. PESQUISA SEM ORIENTAÇÃO SOBRE O CASO NÃO ADIANTA NADA POIS NÃO LOCALIZA CREDORES E  DOCUMENTOS, NÃO ANALISA A REGULARIDADE DAS DÍVIDAS,  NÃO ORIENTA CORRETAMENTE PARA A RESOLUÇÃO DO PROBLEMA;

4. NÃO EXISTE PESQUISA GRATUITA PELA INTERNET OU TELEFONE DE SERASA OU SPC, CHEQUES SEM FUNDOS, ETC, O QUE EXISTE É A PESQUISA “GRATUITA” NO SITE DO SPC, ONDE VSA  PREENCHE UM CADASTRO (PARA POSTERIOR ENVIO DE CARTAS DE COBRANÇA E LIGAÇÕES O DIA INTEIRO, ALÉM DE AÇÕES JUDICIAIS DE COBRANÇA COM PENHORA DE SEUS BENS) OU SEJA, “DE GRAÇA” NÃO EXISTE!

NÃO SOMOS FINANCEIRA! NÃO FAZEMOS EMPRÉSTIMOS PARA A LIMPEZA DO NOME.

SOMOS SÉRIOS E FIRMES NO PROPÓSITO DE REABILITAR O NOME E TEMOS UM ALTO VOLUME DE TRABALHO.

PARA FICAR BEM CLARO…NÃO TRABALHAMOS GRATUITAMENTE, NÃO DAMOS “OLHADINHA” NO CASO. FAVOR NÃO INSISTIR OU RECEBERÁ RESPOSTA CURTA E GROSSA.

 NOSSOS PROCEDIMENTOS:

1º Passo: Saber exatamente o que se deve, para quem se deve e desde quando é a dívida (ATRAVÉS DE ANÁLISE DAS PESQUISA DE DÉBITOS NO SPC E SERASA ATUALIZADAS).

2º Passo: AVALIAR O CASO COMO UM TODO e fornecer ORÇAMENTO de acordo com o TIPO / DATA / LOCAL / QUANTIDADE / VALOR das dívidas;

3º passo: Caso o cliente AUTORIZE o início do serviço, começamos a REABILITAÇÃO DO NOME com a localização e contato com os credores para RENEGOCIAÇÃO E ACORDOS de todas as dívidas REGULARES ou tomamos medidas legais para que o cliente tenha sua saúde financeira restabelecida o mais rápido possível.

QUANTO VOCÊS COBRAM PARAM LIMPAR MEU NOME?

R: Não há como saber antes da análise do seu CPF pois depende da QUANTIDADE, TIPO, DATA, LOCAL E VALOR das dívidas.

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       PROCEDIMENTOS:

Primeiramente se faz necessário levantamento PRELIMINAR de débitos junto aos órgãos de Informação e Proteção ao Crédito à nível Nacional à fim de se verificar a existência de pendência(s) tais como: Registros Negativos em Lojas/Comércios, Bancos, Financeiras, existência de cheques sem fundo no CCF (CADASTRO DE EMITENTES DE CHEQUES SEM FUNDO) do Banco Central, Títulos Protestados.

Essa pesquisa, que em nosso entender deveria ser gratuita, INFELIZMENTE está sendo COBRADA pelos órgãos ( cerca de R$ 10,00) no caso do PRÓPRIO INTERESSADO comparecer à uma das agências oficiais do SPC e do SERASA de sua cidade munido de documentos pessoais originais (RG e CPF) normalmente mediante um cadastro de atualização de dados (para posterior envio de cobrança e afins). NÃO há pesquisa via telefone.

Caso prefira, podemos realizar o referido levantamento PRELIMINAR e elaboração de PARECER por Analista de Crédito competente, SEM PREENCHIMENTO DE CADASTRO ALGUM mediante o pagamento de taxa de:

R$ 100,00 (CEM REAIS), por consulta, para pessoa física;

R$ 150,00 (CENTO E CINQUENTA REAIS) por consulta, para pessoa jurídica.

GANHE TEMPO E DINHEIRO. Esta pesquisa NÃO inclui certidões de protesto.

Caso Vsª já possua a pesquisa de débitos, pode enviar por e-mail em anexo ou foto da pesquisa via  e-mail:

limpezadenome@hotmail.com

OU WHATSAPP (13) 9.8105.6700

e aguardar a elaboração de PARECER sobre o seu caso (média de resposta é de 20 dias úteis).

NÃO EXISTE MÉTODO MILAGROSO COMO PROMETEM FALSOS SITES E ANÚNCIOS, CUIDADO!!!

EM SEGUIDA TRABALHAMOS NO SENTIDO DE LOCALIZAR OS CREDORES E RENEGOCIAR TODAS AS DÍVIDAS DE MANEIRA MAIS VANTAJOSA PARA OS CLIENTES.

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QUANTO VOCÊS COBRAM PARAM LIMPAR MEU NOME?

R: Não há como saber antes da análise do seu CPF pois depende da QUANTIDADE, TIPO, DATA, LOCAL E VALOR das dívidas.

Sem dúvida, a reabilitação do seu nome é de suma importância para o resgate do seu crédito no mercado de consumo, o crédito usado de maneira consciente ajuda muito no seu dia a dia, podendo servir para adquirir com mais facilidade bens duráveis, um carro novo, o financiamento de um imóvel entre outros benefícios que só quem está com o seu nome em ordem pode usufruir.

NÃO SOMOS FINANCEIRA! NÃO FAZEMOS EMPRÉSTIMOS!

GANHE TEMPO E DINHEIRO


Respeite e valorize o conhecimento do profissional analista de crédito e cobrança. Não realizamos pesquisas/consultas GRATUITAS nem realizamos qualquer procedimento ILEGAL. FAVOR NÃO INSISTIR!

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DÚVIDAS FREQUENTES

EXISTE ALGUM VALOR MÍNIMO E MÁXIMO DAS DÍVIDAS PARA CONTRATAÇÃO DO SERVIÇO?

R: RECOMENDAMOS A CONTRATAÇÃO PARA DÍVIDAS LEGÍTIMAS NO VALOR TOTAL ACIMA DE R$ 1.000,00 (HUM MIL REAIS) E NÃO HÁ LIMITE MÁXIMO. PARA DÍVIDAS ILEGÍTIMAS (DESCONHECIDAS, FRAUDULENTAS) NÃO HÁ VALOR MÍNIMO.

VOCÊS VENDEM ALGUM TIPO DE MANUAL OU CD PARA LIMPEZA DO NOME?

R: NÃO EXISTE VENDA DE MATERIAL DE QUALQUER ESPÉCIE POR ESTE SITE. VALE LEMBRAR QUE A MAIORIA DESTES ANÚNCIOS SÃO ENGANOSOS POIS ESTES VERDADEIROS “MANUAIS DO CRIME” INDUZEM O CONSUMIDOR A PRATICAR CRIMES DE FALSIDADE IDEOLÓGICA E FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS PÚBLICOS E PRIVADOS, ESTELIONATO, ENTRE OUTROS, FAZENDO COM QUE O CONSUMIDOR CONTINUE COM O NOME SUJO ALÉM DE RESPONDER CRIMINALMENTE POR TAIS ACÕES SEJA INDIVIDUALMENTE SEJA NA FORMA DE CONCURSO DE PESSOAS PARA A PRÁTICA CRIMINOSA.

VOCÊS PAGAM AS MINHAS DÍVIDAS E DEPOIS EU FICO DEVENDO PARA VOCÊS?

R: NÃO EFETUAMOS QUALQUER TIPO DE PAGAMENTO. EM CASO DE CONTRATAÇÃO NOSSO SERVIÇO RESTRINGE-SE À ORIENTAÇÃO, LOCALIZAÇÃO, PROPOSTA E FORMALIZAÇÃO DE ACORDOS PERANTE OS CREDORES.

TENHO DE PAGAR MINHAS DÍVIDAS PARA VOCÊS, PAGAR OS ACORDOS PARA VOCÊS REPASSAREM PARA OS MEU CREDORES?

R: NÃO. NO CASO DE CONTRATAÇÃO SÓ ATUAMOS NA INTERMEDIAÇÃO DAS NEGOCIAÇÕES. QUALQUER TIPO DE PAGAMENTO É EFETUADO DIRETAMENTE PELO CLIENTE AO CREDOR, SEJA PAGAMENTO À VISTA OU PARCELADO. NÃO ACEITAMOS QUALQUER TIPO DE PAGAMENTO, RESSALVADO O PAGAMENTO RELACIONADO À PRESTAÇÃO DOS NOSSOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS.

QUAL A VANTAGEM QUE EU TENHO CONTRATANDO O SERVIÇO DE VOCÊS? EU MESMO NÃO CONSIGO REABILITAR MEU NOME?

R: EVIDENTEMENTE QUE, TENDO TEMPO, E DISPONDO DE TÉCNICA VSª MESMA PODE REGULARIZAR SUA SITUAÇÃO EXTRAJUDICIALMENTE, PORÉM SÃO INÚMERAS AS VANTAGENS, POIS, SOMENTE QUEM ATUA HÁ MUITOS ANOS NO RAMO DE COBRANÇA E REABILITAÇÃO DE CRÉDITO, CONHECE AS MAIS EFICAZES TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO ADEQUADAS PARA OS MAIS VARIADOS CASOS DE INADIMPLÊNCIA DE DÍVIDAS, SEM CONTAR QUE É SEMPRE MELHOR A ATUAÇÃO DE UM INTERMEDIÁRIO NA FORMULAÇÃO DE PROPOSTAS DE ACORDOS EM CASO DE DÍVIDAS DIVERSAS, PRINCIPALMENTE EM SITUAÇÕES EM QUE O RELACIONAMENTO ENTRE CREDOR E DEVEDOR JÁ ESTÃO DESGASTADOS OU SIMPLESMENTE NÃO SE ACHA O CREDOR PARA O COMPETENTE PAGAMENTO. ALÉM DISSO, SÓ UM ESPECIALISTA COM CONHECIMENTO ESPECÍFICO PARA VERIFICAR SE AS DÍVIDAS SÃO REALMENTE EXIGÍVEIS, SE OBEDECEM A LEI DESDE O SEU NASCIMENTO ATÉ A INCLUSÃO NOS ÓRGÃOS DE DEFESA E PROTEÇÃO AO CRÉDITO.

VOCÊS POSSUEM ESCRITÓRIO EM LOCAL FIXO? QUAL A GARANTIA DE QUE NÃO SE TRATA DE UM GOLPE?

R:  SIM.  PORÉM O ATENDIMENTO INICIAL (PESQUISAS E ANÁLISE DO CASO) É REALIZADO EXCLUSIVAMENTE VIA E-MAIL EM FUNÇÃO DO ALTO VOLUME DE TRABALHO.

PARA SUA MAIOR TRANQUILIDADE, VERIFIQUE NOSSO SITE NOS PRINCIPAIS BUSCADORES DA INTERNET ( GOOGLE, YAHOO, BING ) E VEJA SE ENCONTRA 1 ÚNICA RECLAMAÇÃO À NOSSO RESPEITO. SÃO 20 ANOS DE ATIVIDADE E ANÚNCIOS NA INTERNET DESDE 2007 COM DEZENAS DE PESSOAS ATENDIDAS COM EXCELÊNCIA.

NÃO SOMOS FINANCEIRA! NÃO FAZEMOS EMPRÉSTIMOS!

GANHE TEMPO E DINHEIRO

Respondemos TODAS AS MENSAGENS À NÓS ENVIADAS EM ATÉ 24 HORAS (EXCETO FINAIS DE SEMANA).

QUANTO VOCÊS COBRAM PARAM LIMPAR MEU NOME?

R: Não há como saber antes da análise do seu CPF pois depende da QUANTIDADE, TIPO, DATA, LOCAL E VALOR das dívidas.

DICAS LIMPEZA DE NOME

Dívida desfaz até casamentos; veja relatos e dicas para dar volta por cima

O G1 entrevistou sete inadimplentes de diversas faixas de renda.

Veja as razões do endividamento de cada uma e dicas de especialista.

O G1 entrevistou sete pessoas de diversas faixas de renda que estavam inadimplentes e que buscaram mutirões de recuperação de crédito para limpar o nome antes do final do ano e entrar em 2015 no azul.

Todas relataram que estar com o nome sujo foi motivo de angústia e, ao mesmo tempo, de aprendizado. Veja abaixo as razões do endividamento de cada uma e as dicas de André Rocha, gerente de recuperação de crédito do Serasa Experian, para cada situação.

Andressa Silva da Mota, 34 anos, atendente, renda de R$ 3 mil
Andressa Silva da Mota adquiriu o primeiro carro em 2010 em 60 vezes com juros, sem entrada, por R$ 27 mil. No entanto, ela ficou apenas 2 anos com o veículo. Após ter pagado 20 parcelas, o então marido fez uma negociação para reduzir os juros com uma financiadora.

“Falaram que não precisava mais pagar as prestações, então não pagamos por 5 meses. A falta de pagamento acabou na Justiça e levaram meu carro com mandado de busca e apreensão em agosto de 2012”, conta.

O marido foi expulso de casa. “Quebrei a casa toda de raiva. Não tinha como pagar o aluguel e fui morar com uma prima”, diz. Quando foi tentar quitar a dívida no ano passado, o valor estava em R$ 20 mil.

Ela não pôde vender o carro para pagar a dívida porque o veículo havia sido apreendido. O carro acabou leiloado por R$ 15 mil. Após meses perdendo o sono por causa da dívida, Andressa conseguiu negociar no mutirão o valor e vai pagar o total de R$ 1.420, à vista. Após tirar o peso das costas, a atendente vai embora para o interior de São Paulo para recomeçar a vida e garante que comprará um carro “baratinho e usado”.

Dicas: renegocie com o credor, não intermediários
De acordo com André Rocha, a renegociação dos juros deve ser feita com a instituição que cedeu o empréstimo, e não com financiadoras intermediárias que “prometem tirar os juros abusivos das parcelas”. “Renegocie com o credor e nunca pare de pagar, a dívida foi contraída e tem que pagar as parcelas. O crédito é como uma compra, tem que pesquisar o crédito que vai tomar. Vai no banco, pesquisa taxas de juros, pode transferir crédito, existe a portabilidade, pode ir para bancos com taxas melhores”, diz o gerente de recuperação de crédito do Serasa Experian.

Leôncio Brito se endividou após fazer empréstimo consignado pela empresa na qual trabalhava (Foto: Marta Cavallini/G1)
Leôncio Brito se endividou após fazer
empréstimo consignado pela empresa
na qual trabalhava (Foto: Marta Cavallini/G1)

Leôncio Brito, 40 anos, dono de bar, renda de R$ 5 mil
Leôncio Brito fez empréstimo de R$ 5 mil em 24 vezes em 2004 por meio de um empréstimo consignado na empresa em que trabalhava como garçom e depois como supervisor de qualidade. Em 2005, foi mandado embora, e a dívida continuou rolando. No entanto, para ele, estava quitada. Descobriu em 2007 que estava com o nome sujo – faltavam 9 parcelas ainda e o valor do débito já estava em R$ 7 mil. Durante todos esses anos em que ficou com o nome sujo, ele pagou tudo à vista. “Para baixar o preço, a melhor coisa é pagar na hora, você manda no que quer pagar”, diz. Como não tem mais conta no banco nem cheque ou cartão, Brito paga tudo em dinheiro, e na hora.

Como vai abrir um açougue, Brito teve de limpar o nome. Neste ano, a dívida estava em R$ 14 mil. Com a negociação em um feirão para limpar o nome, ele conseguiu abater 80% da dívida. Ele tinha outro débito referente a um cheque sem fundo de R$ 300 emitido em 2004, que chegou ao valor de R$ 5 mil no ano passado. Com a negociação no feirão, pagou o total de R$ 556.

Brito diz que aprendeu muito vivendo na inadimplência, como pedir desconto em tudo e comprar “na oportunidade”. O problema é que ele não pôde comprar o carro desejado porque tinha que pagar tudo sempre à vista. Mas nos móveis que comprou para a casa conseguiu um desconto de 40% no valor. Sobre o empréstimo consignado, ele também aprendeu com a experiência.  “Não faça empréstimo com a empresa em que trabalha porque nunca se sabe o que pode acontecer. Se pegar, veja sempre como está a situação”, recomenda.

Dicas: consignado tem taxa melhor, mas olho no contrato
Segundo André Rocha, a empresa pode descontar até 30% da dívida no pagamento da rescisão – se a verba rescisória não cobrir o saldo devedor, a dívida continua com o valor que falta cobrir. Quando o funcionário pega o empréstimo, a empresa é intermediadora, porque na verdade ele deve para o banco. Os juros do consignado são mais baixos, mas depois que o empregado sai da empresa, os juros passam a ser mais altos. “Por isso é importante ler o contrato na tomada do empréstimo”, diz. Sobre o hábito de pagar tudo à vista, Rocha concorda com o ponto de vista de Brito. “É recomendável pagar sempre à vista porque o poder de barganha é maior.” Sobre os descontos na negociação das dívidas, o gerente do Serasa diz que o abatimento costuma ser maior quando o inadimplente deve há bastante tempo, podendo chegar a 95% do saldo devedor.

Maria José Domingos da Silva se endividou após comprar dois celulares (Foto: Marta Cavallini/G1)
Maria José Domingos da Silva se endividou após
comprar dois celulares (Foto: Marta Cavallini/G1)

Maria José Domingos da Silva, 51 anos, costureira, renda de R$ 600
Maria José Domingos da Silva comprou um celular para a filha por R$ 800 no Natal de 2013 em 10 vezes sem juros. Na empolgação, Maria José comprou um celular para ela que custava R$ 200. Só que a costureira ficou sem trabalho e se endividou. Só conseguiu pagar 3 parcelas, e a partir de abril não pagou mais. Em julho, recebeu comunicado da loja informando que a dívida estava em R$ 3,3 mil. Ela então telefonou para a loja emissora do cartão para negociar o valor da fatura do cartão de crédito, mas não houve acordo. Segundo ela, ofereceram 50% de desconto no valor da dívida, mas os R$ 1,7 mil teriam de ser pagos à vista. Ficou com o nome sujo e acabou entrando no cheque especial. “Às vezes as pessoas se atrapalham, não é porque elas querem, mas aí fiquei doente, tive despesa com remédio e comecei a me enrolar”, justifica.

Maria José conseguiu negociar num feirão o pagamento de R$ 674,32 à vista pela dívida de R$ 3,3 mil – os juros foram perdoados. “Melhor negociar e pagar e não entrar no cheque especial porque vai aumentando. Agora estou mais cautelosa para gastar. Meu marido e meus filhos são meus policiais. Quando saio não levo cartão de crédito”, diz.

Dicas: não ignore a dívida
O gerente de recuperação de crédito do Serasa diz que sempre é bom tentar negociar, mas o ideal é ir até o local, porque geralmente numa central de atendimento existe o script padrão a ser seguido pelos atendentes, o que não dá tanta margem para negociações. “O credor quer receber o dinheiro e estará sempre disposto a atender”, diz. Segundo André Rocha, não pode deixar a dívida como se ela não existisse, isso gera mais angústia. “A pessoa acaba gerando mais dívidas, como por exemplo, no cheque especial”, explica.

Márcia Antonia Ferreira, 37 anos, analista de sistemas, renda de R$ 10 mil
Márcia Antonia Ferreira se autointitula consumidora compulsiva. Desde 2010, vem acumulando dívidas no cartão de crédito e cheque especial. A dívida é estimada em R$ 20 mil – R$ 15 mil de cartão e R$ 5 mil de cheque. Mas mesmo com os débitos pendentes, todo mês ela compra roupas, bijuterias, perfume ou joias. Agora quer comprar um celular novo. Márcia compromete R$ 5 mil da renda com o pagamento de dívidas. “Eu sei que preciso limpar o nome, mas não consigo porque a outra metade eu continuo gastando”.

Dicas: compulsão precisa de tratamento
De acordo com André Rocha, o limite de gasto é de 30 a 40% da renda. “Poupar ao máximo é melhor. O ideal é ela parar de comprar”, diz. O gerente de recuperação de crédito diz que o caso é clínico. Para ele, tentar compreender essa compulsão e procurar ajuda médica especializada ajudará a analista de sistemas a sair desse círculo vicioso de endividamento.

Antonio da Silva teve o casamento desfeito após levar calote da mulher (Foto: Marta Cavallini/G1)
Antonio da Silva teve o casamento desfeito após
levar calote da mulher (Foto: Marta Cavallini/G1)

Antonio da Silva, 64 anos, pedreiro, renda de R$ 1.100
Antonio da Silva emprestou o cartão de crédito para a sua mulher neste ano. Ela gastou R$ 600, o limite do cartão dele. Apesar de não estar trabalhando, ela garantiu que ia pagar. “Se eu não confiar na minha mulher, vou confiar em quem?”.

Mas a loja ligou para Antonio cobrando o pagamento. Ele estava casado havia 2 anos. O calote da mulher acabou em separação. “Não deu pra confiar mais”, lamenta. A dívida chegou a R$ 1.000. Mas Antonio conseguiu abater os juros na negociação com o credor e vai pagar 3 parcelas de R$ 200, exatamente o valor da compra. “Vai pesar no orçamento”, mas voltarei a ter dignidade”, diz.

Dicas: controle a fatura
André Rocha, do Serasa, diz que o cartão não significa dinheiro ilimitado, tem que controlar a fatura. “Mesmo emprestando precisa ter acompanhamento, verificar se pagou ou não, se parcelou, em quantas vezes, e o que gastou”, orienta.

Antonia Lucia Bastos Fernandes emprestou várias folhas de cheque para os vizinhos e ficou com o nome sujo (Foto: Marta Cavallini/G1)Antonia Lucia Bastos Fernandes emprestou várias
folhas de cheque para os vizinhos e ficou com o
nome sujo (Foto: Marta Cavallini/G1)

Antonia Lucia Bastos Fernandes, 47 anos, babá, depiladora, manicure, auxiliar de cabeleireiro, renda de R$ 1.500
Antonia emprestou folhas de cheque assinadas em branco em 2008 para uma vizinha, que pediu o dinheiro para pagar um tratamento de dente. Eram 12 parcelas de R$ 344. A amiga pagou três parcelas e Antonia pagou outras três. Mesmo não recebendo por esse empréstimo, Antonia ainda emprestou mais folhas de cheque para a mesma vizinha e os filhos dela. Nem sabe dizer quantos cheques foram emitidos. Agora Antonia está indo atrás deles para negociar o pagamento. A dívida chegou a R$ 6 mil. Mês passado, conseguiu reduzir o valor para R$ 300 por meio de acordo com o banco.

Na época, Antonia fazia faxina e atendia em domicílio como manicure. Até conseguiu cobrir alguns cheques, mas a renda não dava para tudo e então fez empréstimos. “Virou uma bola de neve”, conta. Agora Antonia quer limpar seu nome por causa do final de ano.

“No ano passado minha gerente me propôs um acordo, mas as parcelas eram muito altas para o meu orçamento”. Atualmente, apesar de dizer que adora comprar, ela conta que só gasta de acordo com seu orçamento e não adquiriu novas dívidas. “O nome da gente tem muito valor, é o bem maior que a gente tem”, diz.

Mas apesar de ter sido prejudicada, Antonia não se arrepende de ter ajudado sua amiga. “Apesar de tudo isso, se a pessoa precisasse, eu faria tudo de novo. Eu acredito no ser humano e acho que eu sempre posso ajudar”, afirma. Antonia não tem mais cheque desde 2009. Apesar de sentir falta, diz que acha melhor não ter mais.

Dicas: saiba dizer não ao amigo
“Quando você empresta dinheiro você empresta seu nome, compromete seu bem-estar”, diz Rocha. O consultor afirma que quem é amigo vai entender por que você não quer emprestar o nome. “Tem o lado de ser benevolente, mas pode se dar mal. O prejuízo é financeiro e social”, alerta.

José Carlos Teixeira de Melo, 44 anos, pedreiro, renda de R$ 1.000
Há dois anos José Carlos Teixeira de Melo comprou móveis para um amigo da Bahia que era colega dele de trabalho. Gastou R$ 1.200. O colega pagou só a primeira parcela e foi embora, deixando o restante parcelado sem pagar. “As parcelas não eram pagas desde o ano passado, agora a dívida está em R$ 3,7 mil. Estou com o nome sujo porque deixei a dívida rolar”, diz.

Dicas: nome não se empresta
“O seu nome é seu patrimônio, não se empresta. Pode abrir e fechar portas. Por isso, tome cuidado ao receber pedido de empréstimo”, diz André Rocha.

FONTE: http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2015/01/divida-desfaz-ate-casamentos-veja-relatos-e-dicas-para-dar-volta-por-cima.html

Como regularizar seu CPF sem dor de cabeça

Nome sujo? Saiba como limpar seu nome do SPC, SERASA e outros órgãos.

ATENÇÃO : Não existem “fórmulas mágicas” para tirar o nome de cadastros de restrição ao crédito como SPC ou SERASA.

Portanto, se você viu algum anúncio na internet ou jornal informando que faz esta exclusão “em alguns dias e sem pagar as dívidas” é golpe e você vai perder o seu dinheiro!

Leia a matéria Golpe do “Saia do SPC e SERASA sem pagar as dívidas”.

Basicamente, há 3 formas de se retirar o nome do SPC / SERASA:

1. Pelo pagamento da dívida:

A pessoa que pagar a dívida deve ter seu nome excluído de forma imediata destes cadastros (prazo máximo de 5 dias úteis, segundo o Código de Defesa do Consumidor).

O acordo parcelado também é uma forma de se extinguir uma dívida, normalmente já em atraso, e se criar uma nova dívida para pagamento em novas parcelas com novas datas de vencimento, a contar da assinatura do acordo.

Portanto, com o acordo e o pagamento da primeira parcela, a dívida antiga está extinta, ou seja, não existe mais e também não podem existir mais cadastros negativos de SPC ou SERASA em relação a mesma, sendo que o credor tem o prazo legal de 5 dias úteis para retirada do nome do devedor dos cadastros.

O que existe agora é uma nova dívida, com novas datas para pagamento e que não poderá gerar qualquer restrição em SPC ou SERASA enquanto estiver sendo paga corretamente.

O credor não pode obrigar o devedor a pagar todas as parcelas para ter seu nome retirado dos cadastros do SPC e SERASA.

Se o credor não retirar o nome do consumidor dos cadastros restritivos, mesmo após o pagamento da dívida ou da assinatura do acordo e pagamento da primeira parcela, então é caso de ação judicial exigindo a imediata retirada via antecipação de tutela, bem como pedindo danos morais pela manutenção indevida do registro negativo.

2. Pelo decurso do prazo de 5 anos

A lei estabelece, no artigo 206, § 5º do Novo Código Civil o prazo de 5 anos para que o credor possa cobrar a dívida. Após este prazo a dívida estará prescrita (não poderá mais ser cobrada na justiça ou constar de cadastros restritivos, como SPC e SERASA).

O artigo 43, § 1º do Código de Defesa do Consumidor, também prevê o prazo máximo de 5 anos para que o nome de alguém possa ficar cadastrado nestes órgãos (este prazo conta da data em que a dívida deveria ter sido paga mas não foi e não da data do cadastro).

Portanto, completados os 5 anos a dívida deve ser excluída dos cadastros imediatamente.

* Cuidado com a renovação indevida de cadastros

Algumas empresas estão “renovando” o cadastro no SPC / SERASA antes que este complete 5 anos, com a alegação de que o consumidor teria feito uma “renegociação” da dívida a qual não teria sido paga, o que na verdade não ocorreu e serve apenas para manter a restrição por mais 5 anos e forçar o consumidor a pagar o valor da dívida (acrescido de juros, multas e outros encargos, muitas vezes abusivos) para ter seu nome limpo.

Isto também tem acontecido em casos de “venda” da dívida para outras empresas. Estas empresas alegam que compraram a dívida mas não têm contrato de compra, tampouco fazem a notificação do credor nos termos exigidos pelo artigo 290 do Código Civil, tornando o cadastro no SPC e SERASA indevido. (* Clique aqui e leia o artigo)

Nestes casos cabe uma ação judicial pedindo uma liminar para exclusão dos cadastros e indenização por danos morais causados pelo “novo” cadastro, que é indevido.

3. Pela discussão judicial da dívida que originou o cadastramento:

Desta forma, a pessoa discutirá a existência ou o valor da dívida e seus encargos.

Infelizmente, é comum a manutenção ou inclusão do nome do consumidor em cadastros restritivos de crédito por dívidas já quitadas, assim como a inclusão por dívidas que jamais foram feitas pelo consumidor (caso de fraudes).

Neste caso o consumidor deve recorrer à Justiça com os comprovantes de pagamento em mão, ou com boletim de ocorrência policial informando a fraude, com base no fato de que jamais teve qualquer contrato com a empresa que lhe cadastrou e deve pedir uma ordem judicial, via antecipação de tutela, para que o seu nome seja excluído com o máximo de urgência, também deve pedir danos morais pela manutenção ou cadastro indevido de seu nome nos órgãos de restrição ao crédito.

No caso de discussão judicial sobre cláusulas contratuais abusivas, tais como cobrança de juros, multas e encargos abusivos, dentre estes a capitalização de juros (juros sobre juros) e a comissão de permanência, o consumidor, através de advogado e contador, deve fazer um recálculo dos valores financiados e através de pedido de antecipação de tutela deve depositar os valores recalculados na Justiça.

Se for deferido o pedido, a Justiça deverá determinar a suspensão do cadastro em órgãos de restrição ao crédito enquanto o processo estiver sendo discutido e os valores estiverem sendo depositados. Há várias decisões do STJ sobre este tema, dizendo que é constrangimento e ameaça ao consumidor o ato de inscrever e manter seu nome nestes cadastros quando a dívida está em discussão.

* Não caia nos golpes dos anúncios que dizem que “tiram o nome do SPC e SERASA, sem o pagamento da dívidia, independente do valor ou do tempo de inscrição”, você vai perder o seu dinheiro!

Fonte: SOS Consumidor – Serviço de Orientação ao consumidor

INDENIZAÇÃO INSCRIÇÃO INDEVIDA SPC E SERASA

JURISPRUDÊNCIA DO STJ

Indenização por nome no SPC tem teto de 50 salários

Cinquenta salários mínimos (R$ 33,9 mil) é o valor fixado pelo Superior Tribunal de Justiça como teto para indenizações por dano moral a quem teve o nome incluído de maneira equivocada nos serviços de proteção ao crédito.

Em caso julgado em fevereiro de 2011, o STJ reduziu para R$ 20 mil uma indenização de R$ 50 mil determinada pelo Tribunal de Justiça da Bahia. Nesse processo, o relator, Vasco Della Giustina, afirmou que a jurisprudência do STJ prevê indenização máxima de 50 salários mínimos para casos semelhantes. “Este Superior Tribunal de Justiça tem entendimento dominante que em situações de protesto indevido de títulos ou inscrição indevida em cadastros restritivos de crédito, o quantum da indenização por danos morais deve ser fixado em até 50 salários mínimos”. Na época, o salário mínimo era de R$ 540.

Não foi a única vez que o teto foi invocado. Em março de 2010, voto do ministro Aldir Pssarinho afirma que “importes de até o equivalente a cinquenta salários mínimos têm sido adotados por esta Turma para o ressarcimento de dano moral em situações assemelhadas, como de inscrição ilídima em cadastros, devolução indevida de cheques, protesto incabível etc”. No julgamento, o STJ negou pedido de revisão de decisão que reduziu a indenização de R$ 35 mil para R$ 25,5 mil.

Em decisão de outubro de 2010, por exemplo, a corte diminuiu de R$ 200 mil para R$ 20 mil a condenação imposta pela primeira instância ao Banco do Brasil por ter inscrito o nome de duas pessoas no serviço de proteção ao crédito. Elas eram sócias minoritárias de uma empresa que ficou inadimplente com o banco.

“O valor fixado no presente caso, R$ 100 mil, para ambos os autores, destoa, em muito, dos valores aceitos por esta corte para casos semelhantes ao dos autos, isto é, inscrição indevida nos serviços de proteção ao crédito”, afirmou em seu voto o relator, ministro Sidnei Beneti. O valor inicial fora arbitrado pela Justiça do Piauí.

Beneti também afastou a indenização por dano material (R$ 20 mil) por não terem conseguido empréstimo de R$ 42,5 mil com outra instituição financeira. “Não demonstraram nenhum prejuízo sofrido com a negativa do empréstimo, isto é, não infirmaram o que teriam a perder ou o que deixado de ganhar com a ausência do capital almejado em mãos”, disse o relator.

Segurança jurídica

Na avaliação do advogado e professor do Mackenzie Bruno Boris, além de trazer segurança jurídica, o estabelecimento de um teto para as indenizações facilita os acordos. “Se você sabe que vai ganhar 20 mil daqui a cinco anos, por que não aceitar 18 mil hoje?”, questiona. O teto estabelecido, porém, não significa que ele será a regra em todas as situações. “Se a AmBev é negativada indevidamente e perde uma licitação, certamente a indenização não será de R$ 20 mil”, afirma.

O raciocínio é compartilhado pelo advogado Fábio Egashira, do Trigueiro Fontes Advogados. “Nos casos em que a parte conseguir comprovar outras repercussões decorrentes da inscrição indevida nos órgãos de restrição ao crédito e prejuízos superiores, esse teto poderá não ser aplicado. Também não se aplicará esse teto se o Judiciário, analisando o caso concreto e provas, entender pela simplicidade da situação, estabelecendo uma condenação menor.”

 

FONTE: http://www.conjur.com.br/2013-mar-31/indenizacao-inscricao-indevida-spc-teto-50-salarios-stj

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Com a instituição será possível repassar dados cadastrais de clientes para oferecer as melhores condições de crédito

O Banco do Brasil, Bradesco, a Caixa Econômica Federal, o Itaú Unibanco e Santander se uniram para criar uma empresa gestora de inteligência de crédito, que permitirá ao setor bancário e demais instituições da área aprimorar a capacidade de análise e gestão de suas carteiras de empréstimos, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas (empresas). A expectativa é que serão necessários quatro anos para a estruturação tecnológica e geração de dados que viabilizem a operação da empresa gestora. A informação foi divulgada hoje (21) pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Segundo a Febraban, com a autorização prévia dos clientes, as instituições repassarão dados cadastrais e de crédito de pessoas físicas e jurídicas à gestora de inteligência, que formará um perfil desses clientes. “Em longo prazo, a criação da gestora proporcionará melhores condições na oferta e maior agilidade na liberação de operações de crédito com prazos e parcelas mais adequados à capacidade de pagamento e ao perfil de cada cliente”, destacou a federação.

A Febraban acrescentou que a expectativa é de que a empresa gestora e o consequente aperfeiçoamento da análise e gestão do crédito contribuam, no futuro, para a queda de spreads (diferença entre a taxa de captação de recursos pelos bancos e a cobrada dos clientes), da inadimplência e do superendividamento de clientes.

FONTE:  AGÊNCIA BRASIL

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AUDIÊNCIA PÚBLICA

Especialistas discutem prós e contras do scoring de crédito

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu na manhã desta segunda-feira (25) sua primeira audiência pública, que debate o sistema scoring – a pontuação usada por empresas do setor financeiro para decidir se darão ou não crédito a consumidores.

Proposta pelo ministro Paulo de Tarso Sanseverino, a audiência contou ainda com a participação dos ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti, Villas Bôas Cueva e Marco Buzzi.

A possibilidade de indenização por dano moral a consumidor prejudicado pelo sistema scoring será julgada pela Segunda Seção do STJ no Recurso Especial (REsp) 1.419.697, do Rio Grande do Sul, cujo relator é o ministro Sanseverino. O recurso tramita como repetitivo (artigo 543-C do Código de Processo Civil).

Falta de transparência

Para o representante do Ministério Público Federal na audiência, subprocurador-geral da República José Elaeres Marques Teixeira, a iniciativa do STJ é “louvável” e transmite a mensagem de que a corte está aberta ao diálogo franco e racional, objetivando o aprimoramento de suas decisões, que devem estar em sintonia não só com a lei mas também com as esperanças que a sociedade deposita no Poder Judiciário.

Sobre o tema, Teixeira afirmou que o uso do sistema scoringtraz ganhos em termos de redução do risco (spread) das instituições financeiras e do custo operacional na concessão de empréstimos, com repercussão positiva sobre a competitividade e a taxa de juros cobrada dos consumidores.

Entretanto, o acesso dos consumidores aos bancos de dados com seus registros bancários e de crédito deve ser garantido de modo geral, o que não acontece. “Hoje, os dados utilizados e os critérios aplicados no modelo de score conferem objetividade à análise na concessão de crédito, mas não são disponibilizados ao consumidor de forma compreensível. Isso tem que mudar”, disse o subprocurador-geral.

Ilicitudes

As apresentações foram divididas em quatro painéis, com expositores a favor e contra o sistema scoring. Para aqueles que são contra o sistema, a falta de transparência e clareza da ferramenta é o maior problema atual desse modelo de avaliação de crédito.

“Há diversas ilicitudes. A principal delas é que o consumidor não tem acesso irrestrito aos dados que são usados a favor ou contra ele, dificultando dessa forma o direito de correção”, afirmou o representante da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Distrito Federal, Fernando Martins.

Segundo Martins, não existe hoje a obrigatoriedade de notificação prévia, uma vez que o mecanismo não encontra respaldo em nenhuma norma. “O sistema de scoring não tem harmonia com o princípio da transparência. A qualidade de seus dados é questionável, não existe o livre acesso a eles e, mais, fere o marco civil da internet”, analisou o advogado.

A argumentação da OAB/DF foi ratificada pelos demais expositores do primeiro painel, para os quais o sistema sigiloso afronta direitos e garantias constitucionais do cidadão. “As empresas têm todo o direito de se proteger. Mas acreditamos que este sistema afronta vários princípios, sem nenhum tipo de controle. Nele, várias injustiças acontecem”, acrescentou Larissa Davidovich, da Defensoria Pública do Rio de Janeiro.

Crédito mais barato

Coordenada pelo ministro Villas Bôas Cueva, a segunda parte da audiência pública reuniu cinco oradores favoráveis à utilização do sistema. Segundo o ministro, a audiência está contribuindo para esclarecer todas as dúvidas existentes sobre o tema.

O primeiro orador foi o representante da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, José Levi Mello do Amaral Júnior. Ele sustentou que a exemplo dos grandes atores econômicos, que utilizam estatísticas próprias doscoring, os pequenos lojistas precisam contar com a possibilidade de contratar uma ferramenta desse tipo.

Avaliar de modo seguro a qualidade do tomador é uma forma de tornar o crédito mais barato – disse ele –, sobretudo nas modalidades mais populares, como o crédito direto por meio de carnês ou cheques pré-datados.

Em sua opinião, marginalizar o scoring significaria dificultar o crédito direto e favorecer as administradoras de cartões de crédito. Isso limitaria a livre iniciativa, a liberdade de contratar e a autonomia da vontade.

Questão de forma

Falando em nome do Ministério Público do Distrito Federal, o promotor de defesa do consumidor Leonardo Bessa ressaltou a importância de se debater um tema tão polêmico e cobrou maior transparência na utilização do sistema.

“Não somos contra o scoring, somos contra a forma como ele está sendo aplicado atualmente. O scoring precisa funcionar com mais transparência e garantir ao consumidor a possibilidade de questionar a nota que lhe é atribuída e a legitimidade da obtenção dos dados”, enfatizou.

Leonardo Bessa traçou um rápido histórico da concessão de crédito desde a década de 50 e ressaltou que não existe crédito sem informação: “Ninguém concede crédito a outro se não tiver informações mínimas sobre o risco de inadimplência. Sempre foi assim e sempre será.”

Representando o Serviço de Proteção ao Crédito de Santa Catarina, Rodrigo Titericz abriu sua exposição informando que 95% dos associados do SPC/SC são pequenos e micro empresários que financiam suas vendas com recursos próprios, sem qualquer dependência bancária.

“Por isso defendemos o uso de ferramentas adicionais de equilíbrio financeiro, como o scoring, na análise da concessão de crédito pelos pequenos lojistas”, afirmou. Segundo ele, a consulta ao scoring auxilia na concessão de crédito a partir da análise do perfil e da taxa de risco de determinado grupo de consumidores, mas cabe ao empresário aprovar ou não a concessão do crédito.

Mais de cem países

Marcus de Barros Lisboa , da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), afirmou que o scoring é um modelo estatístico de risco largamente utilizado por vários segmentos da economia e até no setor de segurança pública: “É com base nessa estatística de riscos que a boa polícia define os locais e os horários que merecem maior atenção policial.”

Para ele, a polêmica envolvendo a legitimidade do sistema pode ser facilmente solucionada pelos órgãos fiscalizadores, como o Banco Central, por exemplo. “Basta definir os protocolos do scoring e fiscalizar sua aplicação”, afirmou.

Último orador do bloco, Fabiano Robalinho, da Serasa, defendeu o scoring como uma ferramenta lícita, indispensável e largamente utilizada por mais de cem países. “O scoring não viola a legislação e democratiza a concessão de crédito pelos pequenos varejistas”, assegurou.

Foto:

O ministro Paulo de Tarso Sanseverino (segundo da esquerda para a direita) dirigiu a abertura da audiência pública.

Leia também:

Sistema scoring não é banco de dados, dizem oradores

Representantes de consumidores criticam falta de transparência na pontuação de crédito

FONTE: http://www.stj.jus.br/sites/STJ/default/pt_BR/sala_de_noticias/noticias/Destaques/Especialistas-discutem-pr%C3%B3s-e-contras-do-scoring-de-cr%C3%A9dito